Esse blog é o resultado do curso para formação de professores,da E-Proinfo " Introdução à Educação Digital -2013" e "Redes de Aprendizagem- 2014" que objetiva a interação entre sala de aula e as novas tecnologias. Venha colher os frutos do conhecimento armazenados nesse blog.
domingo, 6 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Imagens da escola " Casari"
Veja só como"minha" escola é linda!!
Sala dos Professores
Vejam só a sala onde eu trabalho
Olha que fofo a identificação!!Sala de Leitura
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Um dos poemas mais lindos!! de Vinicius de Moraes
Soneto De Separação
Vinicius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Conhecendo um pouco sobre o escritor: Mário Prata
Mario Alberto
Campos de Morais Prata (Uberaba, 11 de fevereiro de 1946) é um escritor, dramaturgo, cronista e jornalista brasileiro. Conquistou reconhecimento como romancista,
autor de telenovelas e de peças de teatro, sendo seus maiores sucessos a novela Estúpido
Cupido (1976), as peças de teatro Fábrica de
Chocolate(1979) e Besame
Mucho (1982) e os livros Schifaizfavoire (1994), Diário
de um Magro (1997), Minhas Mulheres e Meus Homens (1998) e Purgatório (2007).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Texto em estudo: Avestruz - Mário Prata
Avestruz
Mário Prata
O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus 10 anos, um
avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São
Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi
aqui ao lado de casa, em Floripa, que o menino conheceu os avestruzes. Tem uma
plantação, digo, criação deles. Aquilo impressionou o garoto.
Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruz. E
se entregavam em domicílio.
E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. O
avestruz foi um erro da natureza, minha amiga. Na hora de criar o avestruz,
Deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro
o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa um avestruz?
Entre 100 e 160 quilos, fui logo avisando a minha amiga. E a altura pode chegar
a quase 3 metros - 2,70 para ser mais exato.
Mas eu estava falando da sua criação por Deus. Colocou um pescoço que
não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de
asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente para
evitar que saíssem voando em bandos por aí, assustando as demais aves normais.
Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois
dedos em cada pé. Sacanagem, Senhor!
Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo.
Tanto é que, logo depois, Adão, dando os nomes a tudo o que via pela frente,
olhou para aquele ser meio abominável e disse: Struthio camelus australis. Que
é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em
forma de salsicha.
Pois um animal daquele tamanho deveria botar ovos proporcionais ao seu
corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que os
avestruzes vivem até os 70 anos e se reproduzem plenamente até os 40, entrando
depois na menopausa. Não têm, portanto, TPM. Uma fêmea de avestruz com TPM é
perigosíssima!
Podem gerar de dez a 30 crias por ano, expliquei ao garoto, filho da
minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de
avestruzes correndo pela sala do apartamento.
Ele insiste, quer que eu leve um avestruz para ele de avião, no domingo.
Não sabia mais o que fazer.
Foi quando descobri que eles comem o que encontram pela frente,
inclusive pedaços de ferro e madeiras. Joguinhos eletrônicos, por exemplo.
Máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e,
principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem.
Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz
por cinco gaivotas e um urubu.
Pedi para a minha amiga levar o garoto a um psicólogo. Afinal, tenho
mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz.
Situação de Aprendizagem - Texto Avestruz ( Mário Prata)
PRODUZINDO
UMA CRÔNICA NARRATIVA
(Este trabalho é fruto do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino)
Contexto
A sequencia
didática aqui apresentada partiu da
constatação das dificuldades encontradas pelos alunos em ler, interpretar,
identificar e produzir o gênero textual crônica.
Competências
e Habilidades
-
Identificar a finalidade de um texto, mobilizando conhecimentos prévios sobre o
gênero;
- Organizar
os episódios principais de uma narrativa literária em sequência lógica;
- Inferir
o efeito de humor produzido em um texto
pelo uso intencional de palavras ou expressões;
- Reconhecer
características do gênero crônica narrativa;
- Comparar
narrativas em diferentes gêneros.
Conteúdos
-Traços
característicos de crônica narrativa;
- Leitura
oral de narrativas com enfoque nas crônicas;
- Produção
de crônica narrativa;
- Conceito de denotação e conotação.
Tempo
previsto
06 aulas
Sequência Didática
Texto utilizado: Avestruz – Mário
Prata
1. Sondagem
de conhecimentos prévios: levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto
(roda de conversa);
2- Entrega
de filipetas para organização da
sequência da narrativa;
3- Leitura
do texto;
4-
Confirmação ou retificação das antecipações ou expectativas de sentido criadas
antes e/ou durante a leitura;
5-
Esclarecimento de palavras desconhecidas
a partir de inferência ou consulta ao dicionário (denotação e
conotação);
6-
Apresentação das características da crônica, relacionando-a com outros tipos de
texto;
7-
Apresentação de outras crônicas narrativas
buscando informações
complementares em textos de apoio subordinados ao texto principal, pesquisa na
internet ou outras fontes;
8- Em
duplas, fazer a reescrita do texto
abordado;
9- Produção
de uma crônica com o tema “Um presente
muito estranho”;
10- Troca de
impressões a respeito dos textos
produzido, fornecendo indicações para a sustentação de sua leitura.
11-
Reescrita dos textos elaborados pelos alunos;
12-
Exposição dos trabalhos no mural da escola.
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